Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

quarta-feira, 25 de março de 2015

19º Aniversário de SAR, O Senhor D. Afonso de Bragança, Príncipe da Beira

abaixo
Dom Afonso de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael de Herédia de Bragança, filho primogénito de SS.AA.RR., Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e de Dona Isabel de Herédia de Bragança, Duquesa de Bragança, nasceu numa segunda feira, 25 de Março de 1996, às 7h38 da manhã, no Hospital da Cruz Vermelha , em Lisboa. Ostenta os títulos de Príncipe da Beira e Duque de Barcelos.
S.A.R., Dom Afonso de Bragança, ao celebrar neste dia 25 de Março o seu aniversário, enche o coração de Portugal de esperança, de alegria e de confiança num futuro risonho e promissor pela qual todos nós Portugueses sonhamos.

Desejamos ao nosso Príncipe Real toda a "felicidade do mundo", Saúde, Paz, Harmonia e muito Amor com toda a Nossa Querida Família Real, no mais belo exemplo de União e Tradição.

 Que Deus o guie e ilumine naquela que desejamos seja uma longa vida cheia de sucesso.


VIVA SUA ALTEZA REAL DOM AFONSO, PRÍNCIPE REAL!

sábado, 21 de março de 2015

1910

Em 1910, no Castelo de Windsor, reuniram nove Chefes de Estado.
Quem eram eles?

sexta-feira, 20 de março de 2015

Aniversário da infanta Maria Francisca de Bragança

Aniversário da infanta Maria Francisca de Bragança, com jantar temático: a volta ao mundo em 80 dias.
20% do presente que recebeu é para a obra Social Vale do Acór.

quinta-feira, 19 de março de 2015

906 ANOS DO NASCIMENTO DE D. AFONSO HENRIQUES, PRIMEIRO REI DE PORTUGAL

DIA 18 DE MARÇO DE 2015 - 906 ANOS APÓS O NASCIMENTO DE D. AFONSO HENRIQUES, PRIMEIRO REI DE PORTUGAL.
Deitado num túmulo frio, na Igreja de Santa Cruz de Coimbra, sem qualquer indicação sobre o nosso primeiro rei, hoje visitei D. Afonso Henriques.
Expressão triste, de desalento e revolta contra todos aqueles que após 900 anos de História e Independência da mais velha nação da Europa, continuam a querer destruir os nossos valores, a nossa coragem e a nossa mestria alcançados então pelo jovenzinho de 18 anos.
VIVA O REI

Fonte: Maria Castro

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Viva D. Duarte

acima
Ao ler o comunicado do Instituto da Nobreza Portuguesa, provocou-me um misto entre “até que em fim”, mas ao mesmo tempo a noção de que não chega. E digo que não chega porque somos nós, monárquicos apoiantes de S.A.R. o Sr. D. Duarte – Duque de Bragança e Legitimo Chefe da Casa Real Portuguesa, que temos que defender a sua Causa e uma estrutura que durante longos anos tem conseguido melhor ou pior, que a palavra Monarquia fosse dita neste país.
Numa primeira leitura vê-se que foi retirado ao Dr. Pedro José Folque de Mendoça Rolim de Moura Barreto, os direitos nobiliárquicos de Duque de Loulé, Conde de Vale de Reis, etc., os quais tinham sido anteriormente registados no antigo Conselho de Nobreza pelo seu pai D. Alberto 5º Duque de Loulé, o qual para o fazer teve que reconhecer por escrito (de acordo com os estatutos e regulamentos da instituição) que o Chefe da Casa Real Portuguesa era S.A.R. o Sr. D. Duarte – Duque de Bragança.
Durante alguns anos o Sr. Dr. Pedro Moura Barreto, apresentou-se sempre como um movimento cívico segundo as suas palavras, mas ultimamente o civismo passou para pretensão.
Alguns continuam a dizer que estas atitudes são provocadas pelo incentivo do Eng. Nuno da Câmara Pereira e que o Dr. Pedro se deixa ir nessas ideias. Mas parece-me que essa fase já não existe. Ninguém vai para uma cerimónia em Espanha de casaca, como Grão-Mestre da Ordem de São Miguel da Ala (com o colar), com a placa da Ordem de Nossa Sra. da Conceição de Vila Viçosa (que se arroga também Grão-Mestre), com a Banda da Ordem de Avis, e com uma miniatura da Ordem de Cristo onde se pode ver claramente a coroa Real. Ninguém vai nesta figura sem saber o que leva ou então que se arranje a desculpa que foi por imposição de outro. Quanto ás Ordens de Cristo e Avis restauradas pela republica não nos compete fazer comentários, mas competirá a outros... Um homem com 58 anos já pensa por si e de facto chegamos todos á conclusão que tudo isto deve ser travado, mas parece-me mais grave, a falta de resposta, atitude, ou mesmo reacção, de todos os monárquicos, APOIANTES DO ÚNICO CHEFE DA CASA REAL PORTUGUESA O SENHOR DOM DUARTE – DUQUE DE BRAGANÇA, perante as acções nos últimos anos do seu irmão Dr. Filipe Folque de MendoçaConde de Rio Grande, ultimo filho do 5º Duque de Loulé o D. Alberto.
Nos últimos anos temos assistido perante uma passividade incompreensível das instâncias e apoiantes do nosso Chefe da Casa Real, das ditas “recuperações” de “Ordens” por parte do Dr. Filipe Folque Mendoça. Muito dizem e comentam por escrito “são devaneios deste senhor” “são tontices”, mas a verdade, ou melhor, a realidade é bem diferente. Aos poucos vão confundindo ou mesmo danificando um trabalho de anos da Casa do Senhor Dom Duarte.
A liberdade de acção deste senhor é tanta, que chega ao ponto de apresentar nos textos dos seus diplomas que confere aos olhos de todos “Dom Filipe, por Graça de Deus Dinasta da Casa Real de Portugal”, concedendo títulos de “Cavaleiro”, “Comendador” ou até de “Grã-Cruz” (e outras coisas mais), encimando nos seus diplomas as Armas Reais de Portugal em pleno, com um lambel e uma coroa de Duque. As Ordens em referência são: Ordem de São Sebastião dita da Frecha e a Real Ordem da Trindade, as quais já proliferam pelo globo.
Mas a maior incompreensão de alguns verdadeiros monárquicos com que falo, é que estas acções já chegam ao ponto de se realizarem exposições enaltecendo, divulgando e publicitando a causa da legitimidade que eles mesmos dizem defender, chegando mesmo a conceber a publicação de um livro onde defendem explicitamente a causa da Casa Loulé como os Chefes da Casa Real Portuguesa, citando várias vezes nessa obra “Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde de Rio Grande, como Representante de um Ramo que está na primeira linha da Sucessão da Coroa de Portugal”… ou … “a Ordem reconhece como Membros Dinastas da Casa Real de Portugal e da Sereníssima Casa e Dinastia de Bragança, aos Sereníssimos Senhores Duque de Loulé e Seus filhos”…
Esta publicação saiu em 2014 com grande pompa e circunstância, promovida pelo seu autor o Dr. Alfredo Côrte-Real, apoiante, defensor e promotor do Dr. Filipe nas suas pretensões da Casa Loulé durante longos anos, teve o apoio da Câmara Municipal de Barcelos, que manteve visível a todos os interessados durante cerca de um mês nas instalações da própria Câmara. Assim como uma larga divulgação do próprio autor Dr. Alfredo Côrte-Real em especial no facebook, proliferando na sua própria página as fotografias de toda a exposição (condecorações destas Ordens da Casa Loulé, as quais estavam ao lado de Ordens como a de Malta ou mesmo do Santo Sepulcro), claramente defensora da dita Casa Loulé. Na apresentação e sentado ao lado do Dr. Alfredo Côrte-Real estava o Coronel Feijó, distinto cavaleiro e Embaixador da Ordem de Malta. A passividade de todos nós monárquicos e apoiantes de S.A.R. o Senhor D. Duarte tem sido muito excessiva perante tamanha liberdade. Claro que alguns comentários surgiram novamente “são devaneios deste Senhor” “são tontices”, mas são sempre muito escassos. O curioso é que se for um simples “porcaria” dentro do movimento de S.A.R. o Sr. D. Duarte, aparece logo um vendaval, ao contrário das pretensões destes senhores. Ultimamente a desculpa é “são uns espanhões”. Meus Senhores, acordemos!
Com os vossos olhos, e alma monárquica, vejam o que consta nesse livro publicado pelo Dr. Alfredo Côrte-Real, que fala de três Ordens, Ordem de São Sebastião dita da Frecha e a Real Ordem da Trindade e a Ordem de São Miguel.
Na Ordem de São Sebastião dita da Frecha aparece a certa altura “A segunda fase dá-se a partir de Janeiro de 1994, quando a Ordem é restaurada pelo Sereníssimo Senhor D. Filipe, através da autorização expressa e poderes outorgados por seu Augusto Pai, o Sereníssimo Senhor D. Alberto, Duque de Loulé, promovendo o seu registo em instâncias oficiais…”.
Façamos já aqui um parênteses e falemos sobre a lealdade ou mesmo congruência nas atitudes. Referem Janeiro de 1994? Pois em Abril de 1994 o antigo Conselho de Nobreza reconhece ao D. Alberto o título de Conde de Rio Grande, como seu 2º titular (titulo concedido em 1689)  por “Alvará de 30-4-1994, nº 1491, Procº 1340 do Conselho de Nobreza. É 10º neto de um primo em 2º grau do 1º Conde de Rio Grande” … e como todos sabemos, para se solicitar qualquer registo ou reconhecimento no antigo Conselho de Nobreza, de acordo com os seus estatutos e regulamentos, é condição necessária a apresentação de uma carta escrita (anexada a toda a documentação), onde se reconhecia S.A.R. o Senhor D. Duarte – Duque de Bragança, COMO O CHEFE DA CASA REAL PORTUGUESA! As conclusões ficam para o raciocínio de cada um.
Mas continuemos com o texto da obra do Dr. Alfredo Côrte-Real “…mantendo desde então, a denominação de Ordem Militar de São Sebastião, dita da Frecha” …”Por Carta datada de 19 de Julho de 1999, o Sereníssimo Senhor D. Alberto, Duque de Loulé, confirma a autorização dada anos atrás a seu filho, o Senhor D. Filipe, para que procedesse ao registo e assegurasse o funcionamento da «Antiga Ordem de S. Sebastião, dita da Frecha», declarando expressamente que ele [D. Filipe], e os seus sucessores serão perpétuos Administradores, como Representantes de um Ramo da Nossa Casa que está na primeira linha de Sucessão da Coroa de Portugal. Este documento vem clarificar qualquer dúvida sobre a legitimidade da «Fons Honoru»” … “Entre os anos 1996 e 2003, a Ordem permanece dormente, até que, por Carta de 20 de Janeiro de 2004, o Senhor D. Filipe reactiva a Ordem, reafirmando o seu carácter de Ordem Dinástica, para premiar os merecimentos e com ela distinguir aqueles que mais se assinalem por Distintos Serviços ao Bem Comum e à sua Casa”, etc.
E na parte da Real Ordem da Trindade “A 10 de Julho do ano de 2003, o Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde de Rio Grande, usando das prerrogativas conferidas pelo Seu Augusto Pai, o Sereníssimo Senhor Dom Aberto, Duque de Loulé, Chefe da Linha Dinástica Constitucional da Casa Real de Portugal (como representante dos direitos pessoais e dinásticos que recaíram na linha de Sua Augusta Avó – Sua Alteza a Senhora Infanta Dona Ana de Jesus Maria de Bragança e Borbón, filha de El-Rei, o Senhor Dom João VI e da Rainha, Senhora Dona Carlota Joaquina de Borbón), houve por bem, conforme o projecto de seu Augusto Avô – El-Rei D. João V, estabelecer a Ordem da Trindade como Ordem da Sua Casa. Esta Ordem estabelecida em Honra e Invocação da Santíssima Trindade, tem a denominação de Real Ordem da Trindade, e a dignidade de Ordem de Colar conforme o uso e estilo das Casas Reais da Europa. Tem  o carácter de uma Ordem dinástico-familiar, e o seu Governo exercido por um Conselho superiormente dirigido por um Membro Dinasta da Casa Real de Portugal, a quem cabe o titulo de Grão-Mestre/Governador, dignidade que actualmente pertence ao Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde de Rio Grande, como representante de um Ramo que está na primeira linha da Sucessão da Coroa de Portugal.
Conforme os seus Estatutos, a Ordem reconhece como Membros Dinastas da Casa Real de Portugal e da Sereníssima Casa e Dinastia de Bragança, aos Sereníssimos Senhores Duques de Loulé e seus filhos, que estiveram na primeira linha de sucessão da Casa Real, após a morte de El-Rei Dom Manuel II”…
E na Ordem de São Miguel: “O Grão-Mestre da Ordem de São Miguel da Ala é o Rei de Portugal”… “A Ordem de São Miguel da Ala, (OSMA), tem o reconhecimento do Sereníssimo Senhor Dom Pedro, Duque de Loulé, na qualidade de Protector, e Chefe da Linha Constitucional da Casa Real de Portugal, que habitualmente está nas Cerimónias e nos seus actos.”
Acordemos e actuemos. Cada um de nós monárquicos, verdadeiros apoiantes do Sr. Dom Duarte único Chefe da Casa Real Portuguesa, defendamo-lo e nunca se esqueçam deste último Senhor Dr. Filipe – Conde do Rio Grande, que com o forte apoio do Dr. Alfredo Côrte-Real tem conseguido alcançar posições muito superiores ao seu irmão.
O presente texto não é assinado porque este texto é e deve ser assinado por todos os monárquicos apoiantes do único Chefe da Casa Real Portuguesa o Senhor Dom Duarte Duque de Bragança. Por isso se é apoiante do S.A.R. o Sr. Dom Duarte divulgue esta carta, se o fizer é porque é mesmo apoiante dele.

Viva S.A.R. o Sr. Dom Duarte – Duque de Bragança e único Chefe da Casa Real Portuguesa
Viva a Monarquia
Viva Portugal!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

«Autarcas Monárquicos preparam Convenção Nacional a 28 de Março» - in Diário do Minho

A Associação Portuguesa de Autarcas Monárquicos (APAM) reuniu, ao final do dia de anteontem, em Cabreiros, Braga, em mais um encontro mensal, que teve como ponto principal de reunião a preparação da Convenção Nacional da associação, a realizar no próximo dia 28 de março.
A Convenção Nacional dos Autarcas Monárquicos «será o culminar de todas as iniciativas e ações realizadas nos últimos meses e que estiveram em balanço nesta reunião», que serviu igualmente para os órgãos sociais da APAM «marcarem os seis meses formais de atividade da nova associação», afirmou o responsável associativo Manuel Beninger.
A escritura formal da APAM foi a 28 de julho de 2014 e é com «orgulho» que estamos «desde já a preparar a Convenção Nacional de Autarcas Monárquicos», refere o eleito monárquico bracarense, que realça a «recetividade que a associação teve nestes seis meses, tendo conquistado associados e apoios dos mais variados quadrantes da vida autárquica nacional».
A Convenção servirá para «fazer o balanço administrativo e formal» da APAM, mas igualmente para «traçar linhas de futuro em relação à sua atividade». «Estamos muito confiantes no debate de ideias e princípios, que se irá realizar no próximo dia 28 de março», acrescentou Manuel Beninger, no final da reunião em Braga.


Fonte: Diário do Minho de 9 de Fevereiro, pág. 8

domingo, 8 de fevereiro de 2015

«APAM comemora 6 meses em crescimento» - in TV Minho

Decorreu ontem, em Braga, o encontro mensal da Associação Portuguesa de Autarcas Monárquicos, tendo como ponto principal de reunião a preparação da Convenção Nacional da associação a decorrer no próximo dia 28 de Março.

A Convenção Nacional dos Autarcas Monárquicos, a realizar daqui a pouco mais de um mês será o culminar de todas as iniciativas e acções realizadas nos últimos meses e que estiveram em balanço nesta reunião, que serviu igualmente para os órgãos sociais da APAM marcarem os seis meses formais de actividade da APAM.

A escritura formal da APAM foi a 28 de Julho de 2014 e é com "orgulho" que estamos "desde já a preparar a Convenção Nacional de Autarcas Monárquicos" refere Manuel Beninger que reforça a "receptividade que a associação teve nestes seis meses, tendo conquistado associados e apoios dos mais variados quadrantes da vida autárquica nacional".

A convenção servirá para o balanço administrativo e formal da APAM mas igualmente para traçar linhas de futuro em relação à sua actividade. "Estamos muito confiantes no debate de ideias e princípios que se irá realizar no próximo dia 28 de Março", confirmou Manuel Beninger, no final da reunião em Braga.

Fonte: TV do Minho

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

SS.AA.RR. os Duques de Bragança, na missa de homenagem a SM o Rei Dom Carlos I e SAR o Príncipe Dom Luís Filipe

Suas Altezas Reais os Duques de Bragança, Dom Duarte e Dona Isabel, presentes na missa de homenagem a Sua Majestade o Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luís Filipe, por ocasião do 107 aniversário do regicídio, na Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa.
A direcção da APAM - Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos marcou presença nas cerimonias.
Com Luís Varela e Fábio Reis Fernandes, presidente da Real Associação da Beira Litoral
Dr. Luís Lavradio, presidente da Causa Real
Suas Altezas Reais os Duques de Bragança, Dom Duarte e Dona Isabel, presentes na missa de homenagem a Sua Majestade o Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luís Filipe
Com Eng. Fábio Reis Fernandes, presidente da Real Associação da Beira Litoral

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

MUNDO POLÍTICO PRESENTE NO JANTAR DE REIS BRAGA 2015

SAR Dom Duarte de Bragança com os presidentes de Câmara de Ovar, Eng. Salvador Malheiro, de Felgueiras, Dr. Inácio Ribeiro, e com o presidente da Real Associação de Viseu, Dr. Álvaro de Meneses
Dr. Miguel Macedo, ex-ministro e deputado no parlamento português cumprimenta SAR o Senhor Dom Duarte. À esquerda, o presidente da Câmara Municipal de Felgueiras Dr. Inácio Ribeiro e, a seu lado, o presidente da concelhia do PSD de Braga Dr. João Granja
acima
SAR Dom Duarte de Bragança e Dr. Eduardo Teixeira, deputado no parlamento
Dr. Miguel Macedo, ex-ministro e deputado no parlamento português cumprimenta SAR O Senhor Dom Duarte. À direita, o vereador a Câmara Municipal de Vila do Conde, Dr. Miguel Paiva, a adjunta do presidente da Câmara Municipal de Braga Dr.ª Cristina Palhares e a socialista e vice-presidente da RA de Braga Dr.ª Gabriela Sequeira
Senhor Arcebispo Primaz de Braga, Dom Jorge Ferreira da Costa Ortiga ladeado pelo provedor da Irmandade de Santa Cruz, Dr. Luís Rufo e, à direita na foto, pelo presidente da Assembleia Municipal da Póvoa de Lanhoso, Dr. Amândio de Oliveira
Eduardo Teixeira e Miguel Macedo, deputados no parlamento português
SAR Dom Duarte Duque de Bragança ladeado, à direita na foto, pelo vice-presidente da CCDR-Norte e presidente da concelhia de Braga do CDS-PP, Eng.º Carlos Neves
SAR O Senhor Dom Duarte com o presidente da Câmara Municipal de Ovar e sua esposa
Manuel Barros, vereador na Câmara Municipal de Ponte de Lima, Mário Ferreira, presidente da concelhia do PSD de Ponte de Lima e Vogal no Conselho Fiscal da APAM, Eduardo Teixeira, deputado no parlamento e vereador na Câmara Municipal de Viana do Castelo, e Armindo Silva, presidente da concelhia do PSD de Ponte da Barca
SAR Dom Duarte de Bragança com o presidente do Conselho Fiscal da APAM e vereador na Câmara Municipal de Vila do Conde Dr. Miguel Paiva
SAR Dom Duarte de Bragança com os presidentes de Câmara de Ovar, Eng. Salvador Malheiro, de Felgueiras, Dr. Inácio Ribeiro, e com o presidente da Real Associação da Beira Litoral Eng. Fábio Reis Fernandes
SAR Dom Duarte de Bragança com a direcção da APAM - Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos, Manuel Beninger, presidente da direcção e Eduardo Teixeira, presidente da Assembleia Geral
Dom Álvaro de Marichalar e Sáenz de Tejada, Caballero Divisero Hijodalgo del Ilustre Solar de Tejada

domingo, 4 de janeiro de 2015

JANTAR DE REIS BRAGA 2015

Caros amigos

O JANTAR DE REIS vai realizar a sua 6ª edição no dia 17 de Janeiro de 2015, no Meliá Hotel, em Braga.
Como já é tradição deste evento seremos honrados com a notável presença de S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Esta iniciativa, já com tradição na cidade de Braga, assenta numa vontade transversal a muitos actores locais, movimentos e associações monárquicas, bem como a individualidades com relevância política e social na região.
Na continuidade do que já tem sido feito, teremos no JANTAR DE REIS BRAGA 2015 a promoção do património cultural, nomeadamente a gastronomia, o vinho e o artesanato. Serão convidadas confrarias portuguesas, associação de artesãos e empresas de produtos regionais.
São objectivos do jantar de Reis Braga:
- a promoção da cultura portuguesa, nos seus saberes e fazeres mais tradicionais aos seus saberes e fazeres mais empreendedores, nele promovemos os produtos portugueses locais com a presença das Confrarias Portuguesas, tanto gastronómicas como báquicas, para além de outras de cariz muito diversificado. Neste contexto de elevação de Portugal, dos portugueses, da sua produção e dos seus produtos temos sempre como convidado de honra o S.A.R. Dom Duarte de Bragança como símbolo nacional da nossa História, cultura, tradições, língua e fronteiras, diríamos da nossa Identidade.
Também porque o momento histórico que vivemos há uns anos para cá nos tem pedido mais união e cooperação, o JANTAR DE REIS BRAGA 2015, tem como segundo objectivo:
- a solidariedade, apoiando este ano de 2015 os Bombeiros Voluntários de Braga, com todo o proveito material do mesmo.
O contributo Solidário para o JANTAR DE REIS BRAGA 2015 é de 25 € (vinte e cinco euros), por pessoa.

Despeço-me na expectativa de poder contar com a sua presença.
Manuel Beninger


Inscrições: manuel.beninger@gmail.com / + 351 969 685 260

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

ADESTE FIDELES, HINO PORTUGUÊS, MAGNÍFICA OBRA D'EL REI DOM JOÃO


ADESTE FIDELIS - Hino Português tocado em todo o mundo no Natal. "Adeste Fideles" é o título do chamado Hino Português escrito pelo Rei D. João IV de Portugal. Foram achados dois manuscritos desta obra, datados de1640, no seu palácio de Vila Viçosa. Muitos outros alegam a autoria desse hino, a John F. Wade, que não pode ter composto a obra, já que o seu manuscrito data de 1743. O mais provável é que Wade tenha traduzido o Hino Português, como era chamado em Londres na época e ficado com os louros. D. João IV de Portugal, “O Rei Músico” nascido em 1604 foi um mecenas da música e das artes, assim como um sofisticado autor; foi também compositor e durante o seu reinado possuiu uma das maiores bibliotecas do mundo. A primeira parte da sua obra musical foi publicada em 1649. Fundou uma escola de música em Vila Viçosa de onde saíam músicos para Espanha e Itália e foi aí, no seu palácio, que se acharam dois manuscritos desta obra. Esses escritos (1640) são anteriores à versão de 1760 feita por Wade. De entre os seus escritos podemos encontrar “Defesa da Música Moderna (Lisboa, 1649) ano em que o Rei D. João IV lutou contra o Vaticano para conseguir a aprovação da música instrumental nas igrejas. Uma outra famosa composição sua é Crux fidelis, um trabalho que permanece popular nos serviços eclesiásticos. 

Adeste fideles læti triumphantes,
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte
Regem angelorum:
Venite adoremus (3x)
Dominum.

Deum de Deo, lumen de lumine
Gestant puellæ viscera.
Deum verum, genitum non factum.
Venite adoremus (3x)
Dominum.

Cantet nunc 'Io', chorus angelorum;
Cantet nunc aula cælestium,
Gloria! Soli Deo Gloria!
Venite adoremus (3x)
Dominum.

Ergo qui natus die hodierna.
Jesu, tibi sit gloria,
Patris aeterni Verbum caro factum.
Venite adoremus (3x)
Dominum.




Existem outros versos em latim em várias versões, como por exemplo:

En grege relicto, humiles ad cunas,
Vocati pastores adproperant:
Et nos ovanti gradu festinemus,
Venite adoremus (3x)
Dominum.

Æterni parentis splendorem æternum
Velatum sub carne videbimus
Deum infantem pannis involutum
Venite adoremus (3x)
Dominum.
Other versions:
Cantet nunc hymnos chorus angelorum
Cantet nunc aula cælestium,
Gloria in excelsis Deo!
Venite adoremus (3x)
Dominum.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Um Feliz e Santo Natal

Um Feliz e Santo Natal desejamos a todos os nossos amigos.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

«Em Braga... As estrelas brilham mais» - JANTAR DE REIS BRAGA 2015

JANTAR DE REIS BRAGA 2015
17 DE JANEIRO
Parabéns Arq. Manuel Loureiro, responsável criativo pelo logótipo do JANTAR DE REIS BRAGA 2015, pelo excelente trabalho realizado.

O nosso muito obrigado.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

«Ribau Esteves recebeu delegação da APAM» - in Diário de Aveiro

Jornal "Diário de Aveiro" de 4 de Dezembro, pág. 3
A Associação Portuguesa de Autarcas de Inspiração Monárquica (APAM) foi recebida na autarquia, por ocasião de um périplo de apresentação da APAM no Norte e Centro do país. Estiveram presentes alguns elementos da direcção, encabeçados pelo presidente Manuel Beninger, além de Luís Barreiros, vice-presidente da Assembleia Geral da APAM, e Fábio Reis Fernandes, presidente da Real Associação da Beira Litoral. Por parte da autarquia, além de Ribau Esteves, estiveram na reunião a vereadora Raquel Madureira e a secretária da mesa da Assembleia Municipal de Aveiro, Maria José França, presidente da concelhia do CDS-PP de Aveiro, simpatizante da causa monárquica.
Esta reunião, a pedido da APAM, serviu de apresentação da estrutura e seus objectivos bem como expor algumas das questões que preocupam a associação que, com poucos meses, “já congrega algumas centenas de associados, num espírito de cooperação entre eleitos locais e de procura de soluções comuns para os desejos das populações”, sublinha a APAM.