Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

quinta-feira, 24 de Abril de 2014

S.A.R. dom Duarte recebido na Câmara Municipal do Funchal para um “Madeira de Honra”

No âmbito do "Madeira Film Festival" de 2014, o Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, recebeu, hoje, no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho, para um "Madeira de Honra", S.A.R. Duque Bragança, S.E. o Embaixador da Bulgária, em Lisboa, Todor Stoyanov, S.E. o Embaixador da Indonésia, em Lisboa, Mulya Wirina, bem como a organização e alguns realizadores concorrentes, em curtas e longas-metragens, nesta edição do festival.

Na ocasião, o Presidente da Câmara Municipal do Funchal destacou a importância do evento, mormente nas suas vertentes culturais e ambientais, salientando ainda o facto de projectarem filmes que realçam uma das mais importantes "marcas" da Região Autónoma da Madeira, a Laurissilva, nomeadamente a força da sua natureza, beleza e plenitude. Da parte da organização, o director do festival, Aitken Pearson, destacou o apoio que tem sido dado pelo Município do Funchal a este evento.

Câmara Municipal do Funchal

PORTO, A CIDADE DO DRAGÃO

A figura do dragão tem, desde há muitos anos, uma conotação evidente com a principal instituição desportiva da cidade, o Futebol Clube do Porto, já que é a sua mascote, faz parte da sua bandeira, e também, porque o estádio do clube, inaugurado em 2003, foi baptizado de “Estádio do Dragão”.

A ideia de força e de invencibilidade que este animal mitológico transmite, a par dos feitos desportivos que o clube alcançou nos últimos anos, foram as linhas de força que criaram a relação do dragão com o clube, que hoje conhecemos.

Mas não foi sempre assim, nem tem de ficar por aqui. Cerca de oitenta e cinco anos antes de o clube ter adoptado o seu actual emblema (1922) onde surge a figura do dragão, já a cidade o ostentava orgulhosamente nas suas armas.

Tudo começou após o Cerco do Porto (1832/1833).

A Rainha D. Maria II, filha de D. Pedro IV, promulgou o brasão de armas da cidade (1837), que incluía uma coroa ducal, segundo a vontade do seu pai.

“dessa coroa sobressai um dragão negro das antigas armas dos senhores reis destes reinos” (in Joel Cleto – Lendas do Porto – Vol.II)

Foi também no reinado de D. Maria que o Porto passou a designar-se por Cidade Invicta, título que a Rainha lhe atribuiu pelos feitos valerosos dos seus habitantes, durante as lutas liberais, e em especial na altura do Cerco.

Mas hoje, na bandeira da cidade, não figura o dragão. Desapareceu com o 25 de Abril, de 1940, e ainda não regressou.

De facto, nesta data foi publicada uma portaria do Ministro do Interior da altura, que aprovava uma nova constituição heráldica das armas, selo e bandeira dos Municípios Portugueses. Através dessa portaria desapareceram todos os resquícios liberais e monárquicos, de todas as armas e brasões, de todos os concelhos e freguesias de Portugal. Estava Salazar no seu apogeu político e terá tomado esta atitude numa afirmação de “total e incondicional nacionalismo”, conseguindo assim, fazer desaparecer, até aos dias de hoje, a coroa que encimava o brasão da cidade e da qual emergia um dragão, substituindo-a por uma coroa de cinco castelos (atitude que nem os senhores da I República, após a queda da Monarquia, tinham ousado tomar).

No próximo ano, comemorar-se-ão os setenta e cinco anos da famosa portaria de 1940. Seria bonito e desejável, pelo que o proponho desde já, que a autarquia encetasse de imediato os trabalhos necessários, para que nesse dia, os símbolos da cidade voltassem a ser como sempre foram desde 1837, a par de, se a cidade assim o desejasse, juntar ao nome da cidade um outro, para já oficioso, mas que todos já usamos por razão diversas, o nome de “Cidade do Dragão”. Nome que faz parte da nossa história! Com o cuidado evidente de separar esta denominação, de qualquer conotação clubista.

Espalhados pelo Porto, podemos ver ainda o nosso símbolo, aqui e ali. Podemos vê-lo na fachada dos Paços do Concelho na Avenida dos Aliados, no Palácio da Justiça na Cordoaria, na estátua equestre de D. Pedro IV na Praça da Liberdade, na estátua ao Infante D. Henrique, no Palácio da Bolsa, num dos lados da torre da Casa dos 24, no altar onde o coração de D. Pedro IV está depositado na Igreja da Lapa e no símbolo e bandeira do maior clube da cidade.

Mas voltemos ao tempo do Cerco do Porto, uma vez que os actos valerosos das gentes do Porto, lhe trouxeram (à cidade) ainda mais honras.

Durante cerca de um ano, a cidade resistiu heroicamente ao cerco que as tropas Miguelistas lhe impuseram. Durante esse tempo, D. Pedro IV e os principais dirigentes militares e políticos que lutavam pelas ideias liberais, defendendo uma nova concepção política inspirada na Revolução Francesa e em eleições em Cortes, onde o Rei o era por vontade popular e porque representava todo o povo, mantiveram-se dentro da cidade. O Porto foi cercado, bombardeado e incendiado, e a fome rapidamente se instalou, a que se juntou a peste. A população foi sendo aos poucos, dizimada pela doença e pela falta de comida. Terá sido um ano horrível, onde o melhor de cada um se revelou na solidariedade e na interajuda, na resistência e na vitória final.

O Rei não esqueceu a bravura e o sacrifício dos Portuenses apesar de ter morrido pouco tempo depois de terminado o Cerco do Porto e do definitivo triunfo dos Liberais. D. Pedro IV doou o seu coração à cidade, atribuiu ao Porto e a todos os seus habitantes a mais alta condecoração Portuguesa, a Ordem de Torre e Espada, passou a designar o Porto como Cidade Invicta, e criou o título de Duque do Porto. Este título, e honra, estaria destinada ao segundo filho de cada um dos Reis de Portugal. Aquela condecoração, a da Ordem de Torre e Espada, dada a todos os habitantes da cidade, faz com que todos nós, naturais do Porto, nos possamos, ainda hoje, considerar agraciados com ela.

As promessas do Rei foram integralmente cumpridas por sua filha, a Rainha D. Maria II.

O Porto, orgulha-se da sua História.

RECOLOQUEMOS O DRAGÃO, NOS LOCAIS DE ONDE NUNCA DEVERIA TER SAÍDO, NO BRASÃO E NA BANDEIRA DA NOSSA CIDADE.

ALGUNS DRAGÕES NA CIDADE

D. Pedro IV – Praça da Liberdade
Infante D. Henrique – Jardim do Infante
O Porto – Praça da Liberdade
Entrada do quartel dos Bombeiros Sapadores do Porto – Rua da Constituição
Por José Magalhães

quarta-feira, 23 de Abril de 2014

S.A.R. Dom Duarte, Duque de Bragança, na abertura da terceira edição do Madeira Film Festival

Foi nesta segunda-feira, dia 21 de Abril, que arrancou a terceira edição do Madeira Film Festival. O 'Sunset Cocktail', no Hotel Meliá Madeira Mare, onde estiveram presentes os convidados do festival, contou com a presença de S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança. Recorde-se que, este ano, o festival tem o alto patrocínio da Casa Real Portuguesa.

Lançamento de livro sobre a Rainha Santa com apresentação de S.A.R. a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança


Exºs Senhores,


A Alêtheia Editores e a Confraria da Rainha Santa Isabel têm o prazer de convidar V. Exª para o lançamento do livro de José Miguel Pero-Sanz no próximo dia 7 de Maio (quarta-feira), pelas 18.30 horas, nos Claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.li
A obra será apresentada por S.A.R. a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, e pela Prof. Doutora Maria Helena da Cruz Coelho.

Com os nossos cordiais cumprimentos,

António Rebelo
Confraria da Rainha Santa isabel
Igreja da Rainha Santa Isabel
Alto de Stª Clara

segunda-feira, 21 de Abril de 2014

Abertura do Madeira Film Festival 2014 com a presença de D. Duarte, Duque de Bragança


É já nesta segunda-feira, dia 21 de abril, que arranca a terceira edição do Madeira Film Festival. Às 19 horas, destaque para o 'Sunset Cocktail', que acontecerá no Hotel Meliá Madeira Mare, onde vão estar presentes os convidados do festival, assim como no cocktail de abertura do festival, no Belmond Reid’s Palace Hotel, no dia 22 de abril, pelas 18 horas.
Em ambos os eventos estará presente D. Duarte Pio, Duque de Bragança. Recorde-se que, este ano, o festival tem o alto patrocínio da Casa Real Portuguesa.

quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Quanto custa uma monarquia em relação a outros regimes?

abaixo
Natalia Hernández relata cómo hemos ido primero a lo que sucede en España. En los Presupuestos Generales de 2013 la monarquía recibe 7,9 millones de euros, un dato en cuarentena porque también reciben dinero de otros ministerios y eso no figura.
Sin embargo, la única manera de saber si la monarquía nos cuesta a los españoles mucho o poco es compararla con otros sistemas. Por ejemplo, la monarquía británica cuesta a sus ciudadanos 42 millones de euros al año. En cuanto a las repúblicas, mantener la república italiana cuesta 228 millones de euros que se van fundamentalmente en mantener al personal.  En el caso de Francia, la república cuesta al año 103 millones de euros.

quarta-feira, 16 de Abril de 2014

terça-feira, 15 de Abril de 2014

Desilusão, Ilusão?

acima
Jornal "Diário do Minho" de 12 de Abril, pág. 14

A ilusão é uma projeção das idealizações da nossa infância, quando nos iludimos, acreditamos que essa ilusão tem o segredo de tudo o que nos faz falta esem ela nada faz sentido. A ilusão é um desejo profundo de querer recuperar um estado de bem-aventurança, a reconquista do paraíso perdido da nossa infância, que mais não é do que um mito do individuo e um sonho da humanidade, surgindo deste equívoco a inevitável desilusão a expressar o excesso de dor pelo que já foi ou até nunca existiu. A desilusão acontece sempre que identificamos um erro entre aquilo que desejamos alcançar e aquilo que realmente alcançámos. Sempre que identificamos esta discordância, na grande maioria das vezes, ficamos decepcionados com os outros ou connosco mesmo.Nesse processo descobrimos que nos enganámos, que não conhecíamos pessoas de sempre nas nossas vidas, que amigos falharam, que amantes afinal não amavam, que o mundo que julgávamos arrumado de uma certa maneira afinal não estava, ficando desta forma perante um estado que nos assalta inadvertidamente, se instala sem pedir licença e se vai embora do mesmo modo que qualquer outro luto e ao custo de mais uma perda de inocência. Mas, o mais grave em tudo isto é que por mais velhos, experientes ou sábios que sejamos, por mais inteligentes e elaborados que consigamos ser sobre a desnecessidade da ilusão, o fato é que resistem em nós ingenuidades, ainda que bem disfarçadas, que possibilitam amarguras que bem se escusavam, mas que são ineludíveis.Quando isto nos acontece devemos ou deveríamos, ficar radiantesou pelo menos satisfeitos porque a desilusão chega ao fim, permitindo que tudo se esclareça e a fantasia enfim desaparece. Devíamos, pois claro. Mas, como se sabe, não ficamos. Quando a desilusão chega,cansados de saber que o erro é nosso, que mais que provavelmente o que agora aparece à luz do dia, sempre lá esteve, que vimos o que quisemos ver e acreditámos no que quisemos acreditar, continuamos a evoluir num mundo de ilusão, até que a dor e o sofrimento se instalam e aí sim, tudo em nós quer mudar, para um mundo real.Importa aqui reforçar  que a desilusão é uma forma de frustração, e aprender a lidar com a frustração é uma habilidade necessária para conseguirmos lidar com as nossas emoções de forma funcional, aceitando que se perde de um lado, mas se ganha de outro. O mal humano deste processo é que se lamenta a perda sem considerar o ganho que, inclusive, pode não ser imediato nem aparente, mas que depois se revelará, muito maior do que as nossas limitações podem percepcionar no momento. Também pode acontecer a perda ser melhor do que o ganho, isso também faz parte do jogo é normal, outros dinamismos a ser utilizados bem poderão inverter estas regras do jogo que acredito, ninguém gostar de o jogar. Mas, o problema não reside nestas alternâncias de ganhar e perder, o problema existe nas pessoas que odeiam perder, importando-se muito com o que os outros têm e conseguiram, mesmo que não seja de seu interesse pessoal, real. Também há os que desejam tudo para si, sem querer abrir mão de nada, querem ganhar sempre e não se arrependem nunca de nenhuma decisão. Ora estes comportamentos são fantasias infantis de omnipotência. Valerá a pena aqui recordar que são as desilusões ou perdas de inocência que quando admitidas plenamente e saboreadas em seu gosto amargo, nos ensinam a viver, tornando-nos mais humanos, falíveis e flexíveis.O gosto de sua aflição pode-nos tornar solidários, obtendo ganhos de fraternidade e compaixão pelo outro com base em nossa própria experiência, isso por si só, já seria o suficiente para inocentar muitos de nossos erros e incompreensões passadas. Mas, otristíssimo da desilusão é ficarmos com a mágoa das memórias que deviamesfumar-se, e não permanecerem para nos baralharem e confundirem. Disto surge-nos inevitavelmente questão, o que fazer então? Sem soluções, recordando apenas o provérbio alemão que diz:“Não sonhes a tua vida, vive o teu sonho”.Não sonhes a tua vida, porque sonhar a vida é perdermo-nos em nevoeiros das ilusões vazias e enganosas, criadas precisamente para fazer esquecer ou evitar os nossos limites, frustrações e sofrimentos. Os que vivem a sonhar a vida acreditam ser verdadeiro o que é ilusório. Bem diferente é a sorte daqueles que na dureza da vida se empenham em querer viver os seus sonhos. Os que assim procedem terminam convencendo-se de que o sonho, mesmo quando parece ilusórioé o mais verdadeiro, pois é nele que se encontra a motivação necessária para dar sentido e dizer sim à vida. Viver o sonho é abrir um horizonte para a esperança, não desanimar, mesmo que as dificuldades sejam muitas. Mas, se continuarmos a iludir-nose a arrependermo-nos da nossa ilusão, não há problema, o mundo é assim mesmo, está tudo certo.

Sílvia Oliveira
Deputada pelo PPM na Assembleia Municipal de Braga

segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Santa Missa de Acção de graças pela beatificação da Rainha Maria de Saboia

Delegação italiana da Ordem Constantiniana na Festa das Relíquias Portuguesas da Rainha Maria Cristina de Saboia na Real Antiga e Insigne Sé Colegiada de Santa Maria (Castelo de Ourém), Portugal. 12.Maio de 2014.
Delegação Portuguesa da Ordem de S. Maurício e S. Lázaro recebeu a comitiva italiana da Ordem Constantiniana chefiada pelo Delegado Conde Don Arturo Cannavacciuolo, na Real Antiga e Insigne Sé Colegiada de Santa Maria (Castelo de Ourém), Portugal. 12.Maio de 2014.
Santa Missa de Acção de graças pela beatificação da Rainha Maria de Saboia.
São Nuno de Santa Maria Pereira também esteve presente na nossa cerimónia.

Fonte: Ordens Dinásticas da Casa Real de Saboia -Delegação de Portugal

Galiza aposta no ensino do Português para entrar no mundo lusófono

Parlamento Galego aprova por unanimidade lei que obriga o Governo galego a introduzir o português no ensino e a estreitar laços com a lusofonia.

Entrou em vigor esta quarta-feira.

5.º Aniversário da Canonização de São Frei Nuno de Santa Maria

Igreja de Santa Maria no Castelo de Ourém


Missa e Veneração de Relíquias com
Investiduras da Real Confraria do Santo Condestável 

Preside o Revº Pe. Francisco Rodrigues
Vice-Postulador Emérito O. Carm. 

domingo, 13 de Abril de 2014

Programa da visita do Sr. Dom Duarte ao Alentejo

Visita de SAR o senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, e de SAR o Príncipe da Beira à FIAPE, no dia 4 de Maio de 2014

sábado, 12 de Abril de 2014

A primeira escalada da Torre dos Clérigos foi feita durante a revolução monárquica no Porto

A primeira escalada da Torre dos Clérigos, foi feita durante a revolução monárquica no Porto, chefiada por Paiva Couceiro. Um dos seus soldados, como a bandeira azul e branca estivesse enrolada, escalou a torre para por o símbolo monárquico bem visível. Era um simples tarata sem qualquer preparação especial.
Em 1917, a Torre dos Clérigos foi escalada com sucesso por dois acrobatas espanhóis, Puertullanos, pai e filho, perante enorme multidão que se apinhava à sua volta. Uma proeza que, olhando para a Torre, parece inacreditável. Uma escada interior (240 degraus) permite o acesso ao topo, onde se pode admirar uma das mais belas panorâmicas do Porto.

sexta-feira, 11 de Abril de 2014

500 anos dos Forais de Amares

abaixo
Jornal "Diário do Minho" de 9 de Abril, pág. 12

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Duques de Bragança visitaram o centro histórico de Guimarães

SEM POVO, O REI NÃO FAZ SENTIDO. SEM REI, O POVO NÃO TEM SENTIDO.
Percurso pelo Centro Histórico, onde a Família Real Portuguesa, e em muito particular SAR O Príncipe da Beira e Duque de Guimarães, D. Afonso de Santa Maria, foram presenteados por uma serenata da Tuna Feminina de Bragança
Tuna Feminina do Instituto Politécnico de Bragança
Momento em que vestem a capa de estudante a SAR O Príncipe da Beira e Duque de Guimarães, D. Afonso de Santa Maria
Visita de SS.AA.RR. à Academia de Música Valentim Moreira de Sá
SS.AA.RR. assinaram o livro de honra da Academia de Música Valentim Moreira de Sá
Momento musical no Auditório da Academia de Música Valentim Moreira de Sá
Programa musical

+ INFORMAÇÕES

FOTOS: Clique aqui
Assinatura do protocolo de cooperação “Prémio Príncipe da Beira à Investigação e Ciência":

Duques de Bragança em jantar solidário do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa I:

Duques de Bragança em jantar solidário do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa II:

Duques de Bragança visitaram centro histórico de Guimarães:

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NOTÍCIAS DOS JORNAIS: Clique aqui
Guimarães protocola prémio para melhor investigador de ciências (Diário do Minho):

Estímulo à investigação com "Príncipe da Beira e Duque de Guimarães" (Correio do Minho):

Prémio de 15 mil euros estimula investigação científica (Guimarães Digital):

Família Real em jantar solidário do Centro Social Pe. Manuel Joaquim de Sousa (Diário do Minho):