Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

PSD e PPM firmam acordo de coligação em Vila do Conde


Jornal de Notícias de 21 de Maio
PSD e PPM firmam acordo de coligação
VILA DO CONDE – O PSD vai concorrer coligado com o Partido Popular Monárquico (PPM) à Câmara de Vila do Conde nas próximas eleições autárquicas. O acordo foi assinado ontem. O cabeça de lista Miguel Paiva (PSD) quer uma candidatura “abrangente” e “aberta a todos”.

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Assinatura do acordo de coligação entre o PSD e o PPM para o concelho de Vila do Conde


Acreditar em Vila do Conde
Coligação Eleitoral PPD/PSD e PPM
O Candidato Dr. Miguel Paiva
Dr. Virgílio Macedo, presidente da Comissão Política Distrital do PSD do Porto
José Gesteira e Miguel Paiva

Coligação “Mafra Merece Mais”


Foi apresentada a coligação “Mafra Merece Mais” que vai concorrer às eleições autárquicas deste ano.
Será uma união entre o CDS-PP, MPT (Partido da Terra), PPM (Partido Popular Monárquico) e independentes.
O lançamento da coligação ocorreu no sábado passado, na sede da concelhia do CDS-PP, em conferência de imprensa.
Num um comunicado da concelhia popular, lê-se que “um amplo sector da sociedade mafrense que engloba gente do CDS-PP, do MPT, do PPM e muitos independentes, entendeu ser este o momento de pôr em marcha uma nova alternativa para um futuro melhor do concelho”.
A Coligação defende que é “uma verdadeira e ambiciosa alternativa que traz” uma “nova esperança” a quem vive e trabalha no concelho de Mafra.
“Os jovens merecem mais futuro. Os mais idosos merecem mais respeito e apoio. As empresas merecem mais incentivos e oportunidades de crescimento. As famílias merecem mais e melhor qualidade vida. A cultura merece uma nova visão. A economia local merece ser mais competitiva. O ordenamento do território e o ambiente merecem melhores políticas. O Turismo merece ser relançado. Mafra merece melhores autarcas”.
Na apresentação do projecto eleitoral autárquico estiveram presentes (na foto da esquerda para a direita): Pedro Tomé Aleixo (do PPM), Alves Pardal (do CDS-PP Mafra), Orísia Roque (da Distrital de Lisboa do CDS-PP) e José Faria (do Partido da Terra).

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Fátima Campos Ferreira Entrevista Miguel Esteves Cardoso


09 Mai 2013

Miguel Esteves Cardoso.

A grande entrevista na televisão.
O País, a Vida e o Amor...
O pensamento brilhante e sublime de um dos maiores cronistas portugueses.

O pensamento brilhante e sublime de um dos maiores cronistas portugueses.

Funeral de El Rei D.Manuel II em 1932


Retratos do passado: Funeral de El Rei D.Manuel II em 1932.

MONUMENTOS DESAPARECIDOS

Domingo, 19 de Maio de 2013

Acordo de Coligação Eleitoral em Vila do Conde


Exmo(s) Senhor(s)

A Comissão Política de Secção do PSD de Vila do Conde e o Núcleo de Vila do Conde do PPM vêm por este meio convida-lo a estar presente na Conferência de Imprensa em que será assinado o Acordo de Coligação Eleitoral entre os dois partidos tendo em vista a apresentação de listas conjuntas às eleições autárquicas deste ano no concelho de Vila do Conde.
A Conferência de Imprensa irá realizar-se na Biblioteca Municipal de Vila do Conde na segunda-feira, dia 20 de Maio de 2013, às 11.45h, e contará com a presença do candidato à Presidência da Câmara Municipal de Vila do Conde apoiado pelos dois partidos, o Dr. Miguel Paiva, bem como do Dr. Virgílio Macedo, Presidente da Comissão Política Distrital do Porto do PSD e do Eng. Manuel Beninger, Vice-Presidente da Comissão Política Nacional do PPM.

Esclarecimento a respeito do Artigo 49.º do Código da Estrada


O Artigo 49.º do Código da Estrada diz o seguinte:

1 - É proibido parar ou estacionar:
a) Nas rotundas, pontes, túneis, passagens de nível, passagens inferiores ou superiores eem todos os lugares de visibilidade insuficiente;
...

Perante isto, o Município de Braga irá prestar o seguinte esclarecimento aos seus munícipes:
1- Não há dúvida nenhuma que uma curva de 90 graus é um lugar de visibilidade insuficiente e como tal não se pode estacionar lá.
2- Mas depois de pintar um lugar de estacionamento na mesma curva e instalar nas proximidades um parquímetro, a visibilidade já se torna suficiente.
E assim se vai ludibriando o Zé Parolo...

(Fotos do Farricoco)

Sábado, 18 de Maio de 2013

PSD de Vila do Conde faz coligação com PPM


Miguel Paiva, candidato do PSD à Câmara de Vila do Conde vai contar com o apoio dos militantes e simpatizantes do PPM que votam no concelho de Vila do Conde, nas próximas eleições autárquicas.
A assinatura do acordo da Coligação Eleitoral está marcada para segunda-feira, 20 de maio, às 11h45 na Biblioteca Municipal de Vila do Conde.
Na altura, Miguel Paiva, PSD e Manuel Beninger, vice-presidente da Comissão Politica Nacional do PPM irão explicar as razões deste acordo e quais os lugares que o PSD cede aos monárquicos nas listas a apresentar.

Próximo Conselho de Estado


É "oficial"...

ENTREVISTA CONCEDIDA POR S.A.R. A DUQUESA DE BRAGANÇA AO "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" DA MADEIRA


Joana Dias Pereira / Real Associação da Beira Litoral

Carta ao eurodeputado Nuno Melo


Caro Nuno Melo,
Hoje, em acto contínuo de outros dias, Portugal caminha a passos largos para a sua perda de identidade. O que aconteceu hoje, no Parlamento, com a abstenção de deputados do CDS/PP e votos a favor de alguns deputados do PSD, originando por este facto, a aprovação da Lei da "co-adopção por duas pessoas do mesmo sexo", foi uma vergonha nacional.
É um dia muito triste.
Da atitude dos deputados do PSD, não me espanta absolutamente nada, agora, a abstenção de deputados do CDS/PP... isso sim, o espanto é imenso, porque não quero acreditar que isso tenha acontecido num partido que advoga princípios da democracia-cristã.
Não entendo... mesmo que se avance com a fiscalização sucessiva do documento...não há coerência intelectual e politica.
Enfim, espero que haja "homens" e humanidade, que num conjunto, consigam fazer face uma vez mais a este ataque "vil" à estrutura institucional que é a "Família", no seu mais profundo conceito... natural e puro, e na sua grandeza substantiva.
Um abraço, amigo de,

Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

Apresentação do candidato a Presidente da Assembleia Municipal de Barcelos


Sala completamente cheia para a apresentação do Candidato à Assembleia Municipal de Barcelos pela coligação " Somos Barcelos".
Candidato a Presidente da Câmara Municipal Domingos Araújo
José da Costa Araújo, actual presidente da Assembleia Municipal de Barcelos com o candidato à CM de Barcelos, Dr. Domingos Araújo e pelo candidato à AM de Barcelos Prof. Doutor Pedro Costa Gonçalves
Prof. Doutor Pedro Costa Gonçalves, candidato à Assembleia Municipal de Barcelos pela coligação Somos Barcelos!
O presidente da Distrital de Braga do PPM, Manuel Beninger, marcou presença.

Inimigo Público


A Vila da Ruína


Mais um falhanço em termos de criação de uma "movida" nocturna em Braga, desse génio visionário chamado Miguel Mesquita Machado, filho do actual presidente da Câmara Municipal Mesquita Machado: a Grande Vila.
Há uns anos foram os bares do Campo da Vinha! Agora nesta Vila da Ruína. Será que teremos ainda uma terceira tentativa na Casa das Convertidas?

Fotos: O Farricoco

PPM apova no Parlamento dos Açores recomendação ao Governo Regional para a criação de museu do Corvo


O parlamento dos Açores aprovou hoje por unanimidade uma iniciativa que pede a criação do museu do Corvo, a única das nove ilhas do arquipélago que não tem um projeto museológico.
A iniciativa chegou ao plenário da Assembleia Legislativa dos Açores através do deputado do PPM, Paulo Estêvão, que na apresentação da resolução com esta recomendação ao Governo Regional destacou que só com a concretização do projeto museológico do Corvo ficará completa a Rede Regional dos Museus dos Açores.
Paulo Estêvão destacou que, apesar de estar em causa uma ilha pequena, é importante preservar a herança cultural do Corvo, até porque a história dos Açores “nunca ficará completa” sem a “proteção do património cultural de todas as ilhas”, as quais têm “identidades muito fortes”.
No debate da proposta, o secretário regional com a tutela da Cultura, Luiz Fagundes Duarte, disse que esta pretensão do PPM é “justa” e “exequível” e que o projeto do museu para o Corvo já consta do Plano e Orçamento dos Açores para este ano.

Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

Jesus, Maria.. José!


"A minha mulher disse-me: 'Ó meu caro – ela trata-me de outra forma – isto é com certeza influência de Nossa Senhora de Fátima'", explicou o Presidente da República.

Estamos bem servidos, nesta república...

E VIVA A TERCEIRA REPÚBLICA



Os Papas não são escolhidos pelos ditames da roleta - 2ª Parte


Os Papas não são escolhidos pelos ditames da roleta
O Poder Político e o Poder Religioso e a Interferência do Divino Espírito Santo

Utilizo esta expressão que pode parecer crua, mas tem a finalidade de chamar a atenção dos leitores para determinadas circunstâncias especiais que determinam a escolha do Papa.
Antes de entrarmos na eleição propriamente dita de um novo Papa, convém referir que em diversas épocas da história, para os cristãos não bastava deixar de ser perseguido e possuir Liberdade Religiosa, pois havia um outro problema que afligia a Igreja. Na verdade, o Poder Temporal invadia permanentemente o campo da competência e de actuação da Igreja, em matéria religiosa, criando conflitos gravíssimos com a Cúria Romana. Assim, não se limitava a exercer a soberania nas coisas temporais e, por sistema, imiscuía-se na esfera do exercício das funções puramente religiosas das igrejas locais, apesar de ameaçado pelos Papas com uma excomunhão ou mesmo com a aplicação desse terrível castigo. Mas tal, por vezes, não impedia nem estancava a invasão abusiva do Poder Temporal no âmbito do Religioso. Bastam alguns exemplos para se verificar a gravidade desse género de conflitos de competência. Por causa da Ordem dos Templários e das perseguições de que foram vítimas os seus membros, pelo rei francês Filipe O Belo, o Papa Bonifácio VIII foi vítima de um rapto miserável por parte de mandatários militares do soberano francês, tendo sido salvo pela valente população local. Porém essa terrível desfeita acabou por O matar, pois não resistiu às atribulações violentas sofridas e o Papa seguinte, Bento XI, que se opôs frontalmente a Felipe o Belo, mantendo a excomunhão ditada pelo Papa anterior, sucumbiu envenenado pelos esbirros do mesmo monarca.
Aliás, os cismas foram sempre ocasionados por interferências do Poder Temporal na vida da Igreja, tentando o poder político, à revelia da hierarquia religiosa, impor bispos da sua escolha para chefiar a Igreja Local, ou interferir na escolha de Papas que fizessem o seu jogo político e aceitassem de bandeja as suas vontades e caprichos.
De tal modo os Papa se viam assediados pelo Poder Temporal que, no Século Nono depois de Cristo, o Papa Leão IV mandou levantar muralhas bem sólidas à volta do Vaticano, com excepção do lado da Praça de S. Pedro. E nem calculam o número de vezes que ficaram os Papas prisioneiros dentro do Vaticano, sem poderem sair e completamente isolados da Igreja que deviam dirigir. Foi aliás esse o motivo por que, através do Tratado de Latrão, em 1929, a cidade do Vaticano se converteu num Estado Independente. Simbolicamente, o único modo de a Igreja obter o respeito e a protecção internacional dada aos estados soberanos.
Claro que os Papas, na sua Mensagem de Paz, perante os conflitos entre países e entre blocos, como aconteceu nas duas Grandes Guerras, procuravam não fechar a porta a qualquer uma das partes beligerantes, para tentarem obter um compromisso de paz que pusesse fim ao conflito e protegesse populações inteiras das desgraças das guerras. Pio XII bem tentou diplomaticamente não cortar com qualquer das trincheiras em luta, sempre esperançado em estancar o desfiar de dor e de desespero que a Guerra estava a causar. Na verdade, o dia seguinte era sempre pior do que a véspera. Assim, havia sempre esperança que o amanhã não chegasse e o pior não acontecesse. Claro que tal estratégia da Igreja, após o conflito, motivou que não católicos criticassem o Papa por não ter tomado uma posição radical contra um dos lados. Aproveitando-se da ignorância da generalidade das pessoas daquilo que na realidade aconteceu e da existência de fotografias dos Papas com representantes políticos deste ou daquela potência em conflito. No fundo, a crítica fácil para tentar denegrir a Igreja, que ainda hoje se faz ouvir.
E um pouco por todo o lado, tais situações eram criadas aos ministros da Igreja de toda a hierarquia, como aconteceu com o Beato João Paulo II, que na sua juventude até num campo de concentração esteve. Bento XVI saiu do exército para poder defender as populações contra as prepotências nazis e o actual Papa Francisco teve que conviver com o ditador Vilela da Argentina para poder exercer alguma influência nas tentativas de apaziguamento e de salvaguarda dos direitos do seu povo. Alias, em relação à presidente da Argentina, na minha perspectiva, uma boa representante do populismo corrupto da América Latina, após lhe ter feito acusações e críticas violentas em público, na defesa dos direitos dos mais pobres, o que lhe acarretou ter sido objecto de ameaças tremendas, o Cardeal Jorge Bergoglio, após ser eleito Papa, na sua nova Missão de Paz, selou tais dissensões com o chefe temporal da sua pátria com um ósculo da paz, certamente esperando que o poder político da sua terra seja influenciado pelos bons princípios da seriedade e da solidariedade cristãs. Já se sabe que foi pedido ao novo Papa que, junto do Governo Inglês, interceda pela resolução do intrincado problema das Malvinas
Mas ainda é oportuna uma pequena e significativa chamada de atenção. Pois, sendo a Igreja formada por Homens e Mulheres, acaba a mesma por adquirir as virtudes e os defeitos do complexo humano que a forma. O Vaticano é um estado, sendo o exercício de muitas funções desse estado, entregues a pessoas que por vezes acabam por não ser consideradas as adequadas para o exercício dessas mesmas funções, quer por incompetência ou mesmo por corrupção. E os chefes da Igreja têm combatido e combatem tais situações, mesmo que sejam obrigados a criticar publicamente elementos do clero e da própria hierarquia, como aconteceu com o crime de assédio sexual praticado por elementos da Igreja. Mas tal não belisca a essência da própria Igreja, formada por homens com virtudes e com defeitos. Ora, na eleição de um Papa, além dos defeitos dos membros da hierarquia, debatem-se muitas vezes diferentes princípios, formam-se grupos mais conservadores, outras mais progressistas, que se digladiam intelectualmente, tentando impor as suas concepções para a Missão da Igreja. Esses diferendos desenrolam-se do mesmo modo que na política normal. Simplesmente, na escolha de um novo Papa, existe uma circunstância diferente, decorrente da Trilogia Pai, Filho e Espírito Santo.
O Espírito Santo é a presença de Deus no mundo. É o chamado Paráclito, repito, a presença de Deus no meio dos Homens. Eu vou tentar explicar sem cometer qualquer heresia:- Quando Jesus falou aos seus discípulos durante a Ultima Ceia, anunciou que voltaria de novo independentemente da Sua Vinda no Fim dos Tempos. Pela sua intercessão, Deus concedeu aos homens, o Paráclito, isto é a descida do Espírito Santo sobre a cristandade. Pelo Mistério da Santíssima Trindade, o Espírito Santo estará no meio de nós. Durante a escolha do Papa, nas suas orações a Deus, os crentes pedem a descida do Espírito Santo, isto é do Paráclito, que ilumine os Cardeais. Apesar das suas diferentes opiniões, os eleitores, iluminados pelo Espírito Santo, escolhem o melhor Pastor para a Cristandade e para o Mundo. Assim o creio firmemente.

António Moniz Palme – 2013 (Publicado na Gazeta da Beira de 9 de Maio de 2013)

Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

Comemoração do aniversário de SAR Dom Duarte de Bragança


A TV Monarquia Portuguesa celebrou o 68.º aniversário de S.A.R. Dom Duarte de Bragança com a realização de uma acção de colagem de poster's por todo o país.

SS.AA.RR. Dom Duarte e Dona Isabel de visita a Portalegre


Os Duques de Bragança, Dom Duarte e Dona Isabel, almoçaram ontem em Portalegre com José Albuquerque, presidente da Real do Centro e Alto Alentejo, e João Ruas e André Assis Santos dos corpos sociais da Real.

Sondagem esmagadora pela mudança de regime na Sérvia


De acordo com uma sondagem realizada pela Agência de Belgrado, quase 40% dos cidadãos da Sérvia (39,7% exactamente) são favoráveis à restaurar da monarquia contra apenas 32,2% e 27,4% ainda sem opinião.

É urgente restaurar a independência



Os Papas e o historial de perseguições aos cristãos – 1ª Parte


O Papa é o chefe da Igreja, escolhido por sufrágio dos seus eleitores, os cardeais reunidos em Conclave, órgão da Igreja convocado exactamente para essa Eleição. O Primeiro Papa foi S. Pedro, e mais 266 outros Chefes da Igreja se lhe sucederam até aos nossos tempos.
Todavia, os cristãos, como todos sabemos, viviam na clandestinidade e, quando eram apanhados a realizar práticas religiosas ou reunidos para simplesmente orar ou meditar, eram passados pelas armas, encarcerados, crucificados, queimados, deitados às feras no Coliseu ou nos anfiteatros espalhados pelo vasto Império Romano. Os primeiros Papas, na generalidade santificados pela Santa Igreja, foram perseguidos e imolados em nome da sua crença religiosa. O Primeiro Chefe da Igreja, o nosso S. Pedro, orago da minha terra natal, inaugurou a série interminável de Papas martirizados e suprimidos violentamente das suas funções.
Ora bem, até ao Imperador Constantino, os pobres cristãos, igualmente como os seus guias supremos, foram perseguidos sem dó nem piedade. Viviam em Catacumbas em diversas regiões do Império Romano, num perfeito secretismo, pois a sua religião ofendia as crenças do Estado Romano, crenças politeístas que tinham assimilado não só os deuses gregos como igualmente os deuses de todos os territórios anexados através dos tempos.
Claro que o Cristianismo, religião monoteísta, com a sua mensagem de igualdade de todos perante um Pai Comum, fosse qual fosse o seu estrato social, e de equiparação entre Homens e Mulheres, embora escandalizando os bem pensantes da época, alastrou-se num ápice por todo o Império, extravasando mesmo as suas fronteiras e influenciando decisivamente todas as comunidades onde chegava. Primeiro os escravos e a gente mais modesta e, posteriormente, a classe mais culta, acabando por ser aceite pelos mais poderosos e pelo patriciado romano. Todos abraçaram a mensagem de Jesus Cristo e a pouco e pouco tornaram-se cristãos. Na verdade, o Cristianismo era representado por um Deus cujas relações com o Homem se baseava no Amor, no Perdão, e a sua doutrina apontava a cada um a entrega total ao Bem e à Entre Ajuda e Solidariedade. Com estes princípios, numa sociedade violenta e com desigualdades profundas, o Cristianismo não podia deixar de ter o maior êxito. Deste modo, por força da pregação dos Apóstolos e dos seus Seguidores formou-se uma Igreja Católica, chefiada pelo Papa, que, de Roma, dirige mundialmente a actividade da Igreja, através de braços constituídos pelo Clero Secular, com as suas linhas hierárquicas formada por Cardeais, Bispos e Padres e pelos braços constituídos pelo Clero Regular, com as suas linhas hierárquicas formadas por Abades, Monges e Frades.
Pela lista dos Sucessores de S. Pedro, verifica-se facilmente o fim violento que tiveram muitos Papas, pois muitos acabaram por ser canonizados e considerados Santos, por terem sido considerados mártires e vítimas das suas convicções religiosas que nunca negaram.
Mas, finalmente, as perseguições aos cristãos terminaram, no Império Romano, com o Édito de Milão, da autoria do Imperador Constantino, talvez o primeiro Imperador a converter-se ao Cristianismo.
Infelizmente, nos nossos dias, as perseguições continuam, sendo assassinadas populações inteiras por professarem o cristianismo. Tanto na Ásia como em África, não há dia nenhum que não sejam martirizados e mortos cristãos por fundamentalistas que não respeitam a religião do próximo. Mas além do extremismo muçulmano e de outros credos, o poder político, em diversas partes do hemisfério, quando é incomodado pela Igreja, vai abatendo à socapa elementos da sua hierarquia e simples cristãos que se opõem às prepotências, à corrupção e às tentativas de supressão da Liberdade Religiosa. Esta situação é preocupante e resta a nós homens livres e cristãos dar o exemplo de Boa Convivência, favorecendo a harmonia entre todos os credos e orando pela Igreja do Silêncio, que ainda actualmente muito sofre.

António Moniz Palme – 2013 (Artigo publicado na Gazeta da Beira de 24 de Abril de 2013)

Terça-feira, 14 de Maio de 2013

Amanhã, dia 15 de Maio festeja-se o aniversário do nosso Rei, D. Duarte Pio de Bragança


Amanhã, dia 15 de Maio festeja-se o aniversário do nosso Rei, D. Duarte Pio de Bragança.
A TV Monarquia Portuguesa irá celebrar o evento com a realização de uma acção de colagem de poster's por todo o país e para a qual convidamos todos os monárquicos a juntarem-se a nós e assim enviar uma séria e determinada mensagem de que estamos activos e empenhados em fazer algo por Portugal.
O poster é exactamente igual ao da imagem, mas para melhor impressão colocamos aqui o link do PDF:
https://dl.dropboxusercontent.com/u/8904106/Cartaz%20VIVA%20O%20REI.pdf

Se cada um de nós, monárquicos, colarmos 10 destes poster's imaginem a forte mensagem que iremos passar ao país.
O custo de tal acção é mínimo e exige 20 minutos apenas do nosso tempo, se tanto.
Enviem-nos as fotos depois de colarem!
Contamos convosco.
VIVA O REI!

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Cada um tem o Presidente que merece



Genro de Mesquita Machado vendeu os prédios mas hipotecas continuam válidas
Em Braga, uma decisão da Câmara está a causar muita polémica. O executivo quer construir uma nova pousada da juventude e aprovou, por isso, a expropriação de dois imóveis que pertenciam a uma empresa do genro do presidente da Câmara. A oposição critica porque quer o genro quer a filha de Mesquita Machado continuam a ter hipotecas sobre os prédios.

A presidencia da república representa uma factura de 16.000.000,00 euros por ano



«O DN descobriu que a Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano (163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a cada português.


Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus 12 assessores e 24 consultores, bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência da República.

►A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões e benefícios aos antigos presidentes.

•Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da República colocam Cavaco Silva entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa, gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros).»

A regra oculta do sistema; por Pedro Santana Lopes


“A regra oculta do sistema:
Antes de sair, cada presidente consegue que o partido a que está ligado assuma o Poder”.

Pecado Original  – O choque institucional entre Belém e S. Bento, de Pedro Santana Lopes

Sinopse
«Não existem dúvidas de que o Presidente da República pode lançar-se numa campanha contra o Governo saído do sufrágio universal e directo, sem que nada lhe aconteça no exercício do seu cargo. Actua contra o Governo como se fosse líder da oposição. Pode fazer o que quiser sem que sofra consequências. Pode e faz! Ora, é quase sempre fácil dizer mal do Governo, nomeadamente em tempos de crise, e imagine-se o que significa ser o Presidente a fazê-lo.»

No livro, Santana Lopes defende que a melhor forma de acabar com os conflitos entre Belém e S. Bento - que se repetem de Ramalho Eanes a Cavaco Silva - é acabar com "o poder presidencial de demitir o Governo".
Uma tese que demonstra que o ‘Pecado Original' do antigo líder do PSD merece ser lido, além de algumas provocações que também encerra. Por exemplo, Santana lembra os tempos em que foi primeiro-ministro e "o CDS fazia chegar a Belém recados a demonstrar sentimentos contraditórios" sobre o Governo. Mais: o então Presidente da República, Jorge Sampaio, "acabava sempre por proteger Paulo Portas e desfazia-se em elogios sobre o seu trabalho com o ministro."
Qualquer semelhança com a actualidade política deve ser pura coincidência.

Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Quando a boca nos foge para a verdade...


Ministro chama "líder da oposição" a Portas

Enterro da Gata: Ordem Profética abriu as festividades e a tradição cumpriu-se em Braga



« São 50. Uns vestidos de anjinhos, outros encarnando freiras pouco católicas. Também há os padres e os bispos, que protegidos por uma legião romana, entoam a triste notícia: “A gata morreu”.
A tradição é bracarense. Actualmente, tem 124 anos, mas as origens remontam a um costume do ano de 1531 dos alunos do Colégio S. Paulo, que faziam um cortejo com uma gata dentro de um caixão. Esta simbolizava o chumbo e era atirada à água.
O cortejo foi “multado” à porta da Câmara por não respeitar o trajecto autorizado pelo ex-Governador Civil e, em tom de sátira, o testamento da gata já adivinhava:
Tanta ruas às avessas
Sem lugar para estacionar
E tudo os parcómetros levou
Para o Tone poder facturar.
Entre o cortejo, estão algumas das figuras da sociedade, como Manuel Beninger, vice-presidente do PPM: “É uma tradição peculiar. Fiz parte da fundação da Ordem profética e vim com orgulho representar a data histórica da refundação desta tradição”, explica, mesmo antes de apanhar o comboio no apeadeiro Mazagão, rumo ao Largo do Paço, onde a Gata fica depositada até ao cortejo académico de quarta-feira. »

Sábado, 11 de Maio de 2013

AS MENSAGENS DE EL-REI D. CARLOS I, por José Peres Silva Bastos

Quando se fala actualmente nos planos que Portugal, poderá adoptar para sair da crise, insistimos nos nossos valores ancestrais a que sempre nos ligámos, à terra e ao mar.
Após a entrada de Portugal na C.E.E., actual União Europeia, e a bem desta, delapidamos essa herança, da nossa estrutura sócio-económica, com consequências previsíveis. Encontramo-nos nessa encruzilhada, de saber se valerá o sacrifício de todos, voltarmos para a agricultura e igualmente para o mar, no intuito de salvarmos Portugal.
Afirmo, que valerá a pena, pois são premissas da nossa identidade de sempre.
Sobre isto tudo, o nosso Rei D. Carlos I, foi um visionário.
Iniciou a Oceanografia, e apontou o futuro do Mar, com factor de desenvolvimento.
Efectuou nas suas imensas terras particulares, estudos de rentabilização e apuramento de excelsa qualidade. Aqui, também imprimiu o seu cunho da procura contínua da perfeição, que impunha em tudo o que fazia. O futuro diz-nos que qualidade é sinónimo de sucesso. A realçar e a confirmar, os imensos prémios que obteve com produtos das suas terras, em feiras nacionais e estrangeiras, da especialidade. 
Esta nota, que escrevo, tem duas mensagens implícitas, ou até poderá ter várias, deixo isso ao vosso critério, mas que gostaria que entendessem.
A primeira é a constatação do trabalho exercido pelo nosso Rei, a segunda é o caminho que o actual movimento monárquico poderá legitimamente enveredar, como ideia primordial, para se reinstalar a monarquia em Portugal.
O contacto directo de El-Rei D. Carlos I, com o Mar e a Terra, trouxe-lhe a alegria de viver.
Vou-lhes falar, sobre a Terra.
Não vou fazer qualquer tese sobre este assunto, porque já está prácticamente feito esse trabalho, mas sim transcrever alguns apontamentos que nos ajudam a perceber qual o verdadeiro trabalho de um Soberano, por este motivo, passo a citar:
"D. Carlos tinha conhecimento efectivo das questões agrícolas e não apenas gosto lúdico ou estético pelo campo".
...
"Embora a identificação com o meio agrário transtagano tivesse consequências potencialmente negativas para a sua imagem junto da burguesia citadina, funcionando como mais um factor de distanciamento e, portanto, de impopularidade, D. Carlos assumiu a pele de latifundiário como nenhum antecessor havia feito. Integrando-se de forma plena nessa sociedade rural,
" O Rei atingiu duas coisas: o sentimento de pertença a meio social composto de classes sociais diferentes, mas integradas numa comunidade; e o estatuto de cidadão produtivo, numa economia, e da lavoura alentejana e ribatejana, que conseguiu mostrar dinamismo por volta de 1900".

O Rei D. Carlos I, mostrou deste modo, que procurando encontrar a integração do País com as suas géneses e identificações afectivas, a sua relação de figura máxima do regime, podia unificar de todo, Portugal.
A este facto, acrescento a sua forte vocação de diplomata, que ainda hoje, por manifesta falta de vontade ideológica, ou política, encontra-se esquecida e arquivada. Seria muito interessante promove-la devidamente.
Termino com esta subentendida mensagem, para todos os monárquicos portugueses:
"Talvez, por isso, possamos reter essa imagem marcante da felicidade alcançada pelo Rei nas suas terras, entre o seu povo, como ele confidenciava ao seu amigo Arnoso:
"Eu aqui não o rei, sou principalmente "o nosso lavrador" assim é que elles me dão vivas (e tocam-me bem mais)."

Porto, 27 de Novembro de 2011
Fontes:
Silva, Isabel Corrêa da; Seixas, Miguel Metelo de, D. CARLOS de corpo inteiro, Outubro de 2009, Ed. Objectiva.

O papel das monarquias europeias


A monarquia britânica é das mais representativas do mundo, e o papel é esse mesmo: ser representativa.
A rainha de Inglaterra é Rainha de 16 Estados independentes e é chefe da Commonwealth. Todas as semanas, o primeiro-ministro reune-se com a soberana, para lhe participar os problems do Reino e para ela dar a sua opinião.
A função principal é reforçar a unidade e a identidade nacional, e nessas duas áreas, Isabel II destaca-se: 70% dos britânicos apoiam a monarquia, que é uma das mais antigas da Europa.
Com dois séculos de história e também muito sólida, a monarquia holandesa, pilar da identidade nacional é apoiada por três quartas partes da população.
Até 2012, a Rainha Beatriz exercia algum poder político, intervindo na formação dos governos de coligação depois das eleições. O novo Rei, Guillerme Alexandre, prefere ter um poder consultivo e também assumiu que passa bem se lhe derem apenas o poder representativo.
Na Bélgica, a monarquia conservou poderes muito amplos. O Rei pode formar governos que se devem submeter à aprovação do Parlamento, recebe o primeiro-ministro uma vez por semana, e chama os ministros e os líderes da oposição para consultas políticas.
Pode dar a sua opinião e sancionar ou promulgar as leis federais. Também aqui a monarquia cimenta a união no do país, já que o monarca é o rei dos belgas e não de Bélgica.
Reinstaurada na reta final da ditadura de Franco, em Espanha, a monarquia é parlamentar e os monarcas são o símbolo da unidade e da continuidade do Estado. Juan Carlos I desempenhou o papel de rei constitucional, demonstrando que democracia e monarquia não são incompatíveis. Mas nos últimos tempos a popularidade do Rei baixou para 36%, nível jamais visto. Os escândalos que atingem à família real tiveram tudo a ver com a perde do antigo charme da monarquia espanhola.
O que é, é precisamente, a principal fragilidade das monarquias modernas: não têm direito ao erro sobre a sua integridade, porque a opinião pública pode lhes retirar rapidamente o apoio se não cumprirem as responsabilidades, é essencialmente, representativas.

Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

A síndrome de burnout na função pública; por Sílvia Oliveira

Apesar de vivermos uma época de crise no Estado e na Administração Pública, onde a gestão organizacional apresenta múltiplas limitações, a missão de prestar serviços à sociedade continua, interessando, por isso, cuidar da absoluta versão da crise, os “Seres Humanos” ou neste caso, os Funcionários públicos, revalorizando-os como sendo os únicos recursos seguros e estáveis para a vencer.
A gestão na função pública apresenta excessivas regras e rotinas, que impedem a participação criativa, a autonomia e as consequentes tomadas de decisões, emperrando muitas das atividades que deveriam ser realizadas. Também possui uma supervalorização da hierarquia e rigidez no seu funcionamento, para além do aferro ao poder. Os trabalhadores são controlados por papéis, normas e procedimentos, as condições do trabalho tendem a uniformizar-se, encaminham-se os trabalhadores para idênticas situações laborais e de organização do trabalho, sendo a dependência da decisão política e das flutuações da capacidade económica do Estado, mais uma das questões relevantes, na medida em que determinam aspectos importantes do exercício funcional do trabalhador.
Neste contexto, vejamos a título de exemplo a profissão docente, reconhecida por ser de uma profissão de “alta tensão”, onde muitas das atribuições impostas a este profissionais ultrapassam em larga medida as suas possibilidades: além de turmas lotadas e exigentes, têm ainda que desempenhar trabalhos burocráticos, desnecessários e não relacionados com a essência da sua profissão, como são as funções de secretariado, responder à necessidade de actualização constante da sua atividade docente, orientar os alunos e atender os pais, procurar respostas às exigências que a sociedade lhe atribui, na tentativa de corrigir problemas sociais, provenientes de um domínio familiar ausente, estando simultaneamente muito expostos a críticas e a grandes cobranças pela população em geral, raramente reconhecidos pelo seu sucesso, a viverem longe da zona de residência dos familiares, com falta de condições e recursos materiais, sujeitos a adaptações constantes às muitas reformas e mudanças que o sistema de ensino-aprendizagem tem transportado, tanto a nível da organização da aprendizagem, como da própria carreira, resultando tudo isto numa sobrecarga emocional e física, proporcionadora direta de esgotamento profissional ou burnout. Mas afinal o que é isto de burnout? Burnout é uma reacção às condições de trabalho stressantes, uma síndrome que assinala exaustão emocional, respostas interpessoais frias e distantes e uma baixa realização profissional, com a perda de motivação, em relação a si próprio, família, amigos e trabalho. As consequências podem ser sérias, pois a sua ocorrência para além de se vincular à diminuição das habilidades, aumento do absenteísmo e a intenção de desistir do trabalho, diminui o comprometimento organizacional, bem como, instala o mal-estar físico e psicológico revelado nas relações interpessoais, no sentimento de inadequação e fracasso, podendo mesmo atingir estados depressivos e ansiosos para além da ocorrência de somatizações e doenças físicas graves. Ou seja, um desgaste que se instala progressivamente, até que surge o colapso, isto porque o desempenho é sempre apresentado com mais esforço e mais empenho, sendo as tentativas, em ambientes de trabalho hostis e desumanizados, infrutíferas, o que leva o profissional a desistir, adoecendo.
Neste quadro, surge a necessidade de maior saúde laboral, nos serviços públicos, evidenciando-se a urgência de mudança no processo de trabalho, de forma a se minimizar as consequências sobre a saúde dos servidores públicos. Prevê-se, porém, que à medida que seja alterada e valorizada a relevância de propiciar melhores condições laborais nestes contextos específicos surjam, também, resistências e questões de ordem política e organizacional, e isto porque coexistem, por um lado, a burocracia em seu sentido corporativo, centralizador e portanto, contrário às mudanças na organização e nas formas de operar dentro do aparelho do Estado; e, por outro lado, as próprias forças inovadoras, cuja responsabilidade é a efectiva mudança, que encontram, nestes meios organizacionais, muita dificuldade para implementar, de maneira efetiva, projetos de reforma. Mesmo assim, e independentemente das resistências criadas, a função pública, terá que quebrar paradigmas, modificar comportamentos e alterar atitudes almejando o novo e a mudança, tudo isto em proveito da continuidade e saúde dos únicos Recursos que possui seguros e estáveis, os Funcionários públicos.

Sílvia Oliveira
Deputada pelo PPM na Assembleia Municipal de Braga
Jornal "Diário do Minho" de 8 de Maio, pág. 14